Alteridade e geografía escolar : uma leitura das práticas curriculares nos primeiros anos do ensino fundamental
Rafael Straforini
ARTIGO
Português
[Alteridad y geografía escolar]
Agradecimentos: Este trabalho foi apresentado no II Simpósio Internacional de Pesquisadores em Didática da Geografia, organizado pela REDELADGEO e Universidad Academia de Humanismo Cristiano, em Santiag, Chile, entre 16 e 18 de abril de 2012
Reumo: O trabalho tem por objetivo compreender o pensamento das professoras sobre o currñiculo de geografía dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Para tanto, a pesquisa foi realizada utilizando as anotações contidas no Registros de Classe de um grupo de profesoras de uma escola pública do Rio de...
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Reumo: O trabalho tem por objetivo compreender o pensamento das professoras sobre o currñiculo de geografía dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Para tanto, a pesquisa foi realizada utilizando as anotações contidas no Registros de Classe de um grupo de profesoras de uma escola pública do Rio de Janeiro, bem como entrevistas semi-estructuradas, seguindo o modelo metodológico apontado por Zabalza (1994) e Gvirtz & Larrondo (2008). Acreditamos que só compreenderemos o pensamento das professoras se nos colocarnos em seu espaçotempo de prácticas pedagógicos e curriculares, em busca da compreensão da alteridade nesse nivel de escolaridade. A análise dos "Registros" e das Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental (1998), em que o componente curricular Estudos Sociais foi transformando em guas disciplinas independentes (Geografia e História), as prácticas pedagógicas e curriculares continuam fincadas na tradição do ensino dos Estudos Sociais. Também verificamos o completo estranhamento aos documentos curriculares oficiais atuais, preservando continuidade em relação aos conteúdos curriculares propostos na antiga Educação Moral e Cívica, fundamentalmente no que diz respeito às datas conmemorativas. Também identificamos incertezas no enquadramento de contéudos emergentes, sobretudo aqueles ligados ao meio-ambiente e questões urbanas, que ora aparecem como de ciencias, ora de geografía, ora de história, produzindo conflictos curriculares internos (Goodson, 2001). Por fim, identificamos que o raciocinio espacial não é almejado pelas professoras quando realizam as actividades diagnósticas junto aos alunos, e muito menos aparece sistematizando no planejamento e nas propostas de avaliação, limitando-se, na mainoria das vezes as meras referências da datas comemorativas
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Resumen: El objetivo del trabajo es comprender el pensamiento de los profesores sobre el currículo de geografía en los primeros años de la Escuela Primaria. Para ello, la investigación se realizó utilizando apuntes contenidos en las Actas de Clase de un grupo de profesores de una escuela pública de...
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Resumen: El objetivo del trabajo es comprender el pensamiento de los profesores sobre el currículo de geografía en los primeros años de la Escuela Primaria. Para ello, la investigación se realizó utilizando apuntes contenidos en las Actas de Clase de un grupo de profesores de una escuela pública de Río de Janeiro, así como entrevistas semiestructuradas, siguiendo el modelo metodológico señalado por Zabalza (1994) y Gvirtz & Larrondo (2008). Creemos que sólo comprenderemos el pensamiento de los docentes si nos ubicamos en su espacio-tiempo de prácticas pedagógicas y curriculares, en busca de comprender la alteridad en este nivel educativo. Del análisis de los "Padros" y de los Lineamientos Curriculares Nacionales para la Educación Primaria (1998), en los que se transformó el componente curricular de Estudios Sociales en dos materias independientes (Geografía e Historia), las prácticas pedagógicas y curriculares continúan arraigadas en la tradición de la enseñanza de Estudios Sociales. También verificamos el total alejamiento de los documentos curriculares oficiales vigentes, preservando la continuidad en relación a los contenidos curriculares propuestos en la antigua Educación Moral y Cívica, principalmente en lo que respecta a las fechas conmemorativas. También identificamos incertidumbres en el encuadre de los contenidos emergentes, especialmente aquellos vinculados al medio ambiente y las cuestiones urbanas, que a veces aparecen como ciencia, geografía e historia, produciendo conflictos curriculares internos (Goodson, 2001). Finalmente, identificamos que el razonamiento espacial no es deseado por los docentes al realizar actividades de diagnóstico con los estudiantes, y mucho menos aparece sistematizado en las propuestas de planificación y evaluación, limitándose, en la mayoría de los casos, a meras referencias a fechas conmemorativas
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Aberto
Texto completo: https://core.ac.uk/outputs/234786279
Alteridade e geografía escolar : uma leitura das práticas curriculares nos primeiros anos do ensino fundamental
Rafael Straforini
Alteridade e geografía escolar : uma leitura das práticas curriculares nos primeiros anos do ensino fundamental
Rafael Straforini
Fontes
Revista de geografía espacios (Fonte avulsa) |