Cinema decolonial e antirracista na escola com o filme "uma história de amor e fúria"
Daniela Tonelli Manica, Kris Herik de Oliveira, Adriana Silvestrini Santos e Jacqueline de Campos Medeiros
ARTIGO
Português
Resumo: A proposta deste trabalho é pensar as diferentes narrativas sobre a independência do Brasil em diálogo com o filme de animação "Uma história de amor e fúria", de Luiz Bolognesi (2013). A junção do cinema com a educação tem o objetivo de problematizar as questões coloniais e racistas, bem...
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Resumo: A proposta deste trabalho é pensar as diferentes narrativas sobre a independência do Brasil em diálogo com o filme de animação "Uma história de amor e fúria", de Luiz Bolognesi (2013). A junção do cinema com a educação tem o objetivo de problematizar as questões coloniais e racistas, bem como as desigualdades sociais que atravessam a formação do país. O roteiro e a animação das personagens apresentam a ficção especulativa como ferramenta de reflexão crítica e criativa ao mesmo tempo que indicam respostas para a pergunta: "independência para quem?" Pensando nas potencialidades do longa-metragem na sala de aula para o ensino básico, propomos algumas estratégias de intervenção didático-pedagógicas com os quatro tempos nos quais a trama se desenvolve: a colonização em Guanabara (1566), a Balaiada no Maranhão (1838), a ditadura civil-militar no Rio de Janeiro (1968-1980) e o futuro do Rio de Janeiro (2096)
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Daniela Tonelli Manica, Kris Herik de Oliveira, Adriana Silvestrini Santos e Jacqueline de Campos Medeiros
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Daniela Tonelli Manica, Kris Herik de Oliveira, Adriana Silvestrini Santos e Jacqueline de Campos Medeiros
Fontes
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Revista brasileira de educação básica (Fonte avulsa) |