“Anota aí : eu sou ninguém” : entrevista com Vladimir Safatle
Laura Luedy, Mariana Toledo Borges, Hyury Pinheiro
ARTIGO
Português
No dia 7 de junho de 2019, uma sexta-feira, nos encontramos perto da estação Marechal Deodoro, região central da capital paulista. Com câmera e cadernos em mãos, deixamos para trás a área degradada e de pujante comércio popular, e paramos um pouco antes de poder sentir a aura das moradas quietas e...
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No dia 7 de junho de 2019, uma sexta-feira, nos encontramos perto da estação Marechal Deodoro, região central da capital paulista. Com câmera e cadernos em mãos, deixamos para trás a área degradada e de pujante comércio popular, e paramos um pouco antes de poder sentir a aura das moradas quietas e portentosas de Higienópolis. Vladimir nos recebeu em seu apartamento de manhã cedo, vestido de preto. Sua conhecida expressão solene simpaticamente contrastava com mundanidade do copo de leite
vazio que segurava quando nos abriu a porta. Sentamos, os quatro, na sala de estar, que era habitada por uma estante de livros, um par de sofás, mesa de centro e um pequeno piano de cauda. A quietude
da casa deu espaço, então, ao ressonante movimento de ideias que pode ser conferido nas páginas que seguem Ver menos
vazio que segurava quando nos abriu a porta. Sentamos, os quatro, na sala de estar, que era habitada por uma estante de livros, um par de sofás, mesa de centro e um pequeno piano de cauda. A quietude
da casa deu espaço, então, ao ressonante movimento de ideias que pode ser conferido nas páginas que seguem Ver menos
Aberto
“Anota aí : eu sou ninguém” : entrevista com Vladimir Safatle
Laura Luedy, Mariana Toledo Borges, Hyury Pinheiro
“Anota aí : eu sou ninguém” : entrevista com Vladimir Safatle
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Fontes
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Ideias (Fonte avulsa) |