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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.descriptionOrientador: Sandro Tonsopt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Física Gleb Wataghinpt_BR
dc.format.extent1 recurso online (286 p.) : il., digital, arquivo PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relation.requiresRequisitos do sistema: Software para leitura de arquivo em PDFpt_BR
dc.typeTESE DIGITALpt_BR
dc.titlePor uma ciência popular da vida : educação do campo, agroecologia e tradição bioculturalpt_BR
dc.title.alternativeFor a popular life science : land education, agroecology and biocultural traditionpt_BR
dc.contributor.authorVaz Pupo, Marcelo, 1978-pt_BR
dc.contributor.advisorTonso, Sandro, 1961-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Instituto de Física Gleb Wataghinpt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação Multiunidades em Ensino de Ciências e Matemáticapt_BR
dc.subjectEducação no campopt_BR
dc.subjectEnsino de ciênciaspt_BR
dc.subjectEcologia agrícolapt_BR
dc.subject.otherlanguageRural educationen
dc.subject.otherlanguageScience teachingen
dc.subject.otherlanguageAgricultural ecologyen
dc.description.abstractResumo: Na América Latina a história se apresenta como a história da resistência ao progresso da colonização e, mais tarde, da modernização capitalista. Seria possível dizermos, então, de uma tradição dos oprimidos que se traduz em uma ativa rememoração que resiste e reinventa formas de superar a histórica trajetória de espoliação que segue demonstrando voracidade. A Educação do Campo e a Agroecologia, como expressão de uma rememoração biocultural, se apresentam no cenário brasileiro como expoentes do enfrentamento à colonialidade do poder e ao regime alimentar dos impérios agroalimentares. Juntas, têm construído ciência e educação sob um prisma popular, desde as lutas e perspectivas de mundo estabelecidas pelos movimentos sociais do campo. O reconhecimento da importância destes domínios comportamentais ¿ campesinos e indígenas ¿, por um lado, e os novos debates acerca de uma perspectiva marxista para o campo, por outro, incidem na antiga polêmica entre profissionais da educação sobre o lugar que os conhecimentos populares devem ocupar na escola. Ainda que a reflexão sociocientífica das últimas décadas tenha superado a concepção de neutralidade do conhecimento científico e de determinismo tecnológico, a compreensão de uma C&T neutra e linear permanece em vários âmbitos da sociedade, entre elas a própria academia e a escola. Os domínios camponeses, portadores de formas de organização do trabalho perseguidas pela Agroecologia, contribuem para o avanço da Agricultura Camponesa e da Reforma Agrária Popular; temos o desafio de pensar a educação e a escola desde este novo cenário. Para pesquisadores estrangeiros, nossas populações do campo são responsáveis pelo pioneirismo no reprojetamento de práticas de conhecimento transformadoras da realidade do campo, em demonstrar para o país e para o continente que outros metabolismos sociais são viáveis. A alteração de metabolismos sociais, resultado da disputa camponesa pelo território, conforma um novo sistema sociotécnico uma vez que promove mudanças nos domínios comportamentais capitalistas. Essa realidade tem exigido novos olhares sobre áreas do conhecimento como as Ciências da Natureza, tendo em vista a crescente necessidade de estabelecer práticas de conhecimento integradas às Ciências Humanas, à Matemática, às Linguagens e Códigos e às Ciências Agrárias. A formação de educadores do campo (e também da cidade) se beneficia, dessa forma, de atividades formativas pautadas por abordagens socioecológicas, tendo em vista a importância de educarmos crianças que possam interpretar sua realidade e o metabolismo social que organiza a relação ser humano e natureza. É neste sentido que esta tese caminha, refletindo sobre as experiências sociais que constroem pedagogias agroecológicas capazes de apoiar a transformação socioambiental que as populações do campo vem imprimindo Brasil adentropt
dc.description.abstractAbstract: In Latin America history is presented as the history of resistance to the progress of colonization and, later, to the capitalist modernization. In this way, we would think in a tradition of the oppressed which implies an active remembrance that resists and reinvents paths to overcome the historical trajectory of plunder that continues to show voracity. Land Education (Educação do Campo) and Agroecology, as expressions of a biocultural remembrance, are presented in the Brazilian scenario as exponents of the confrontation with the coloniality of power and the food culture imposed by large corporations in an era of empire and globalization. Together, they have built science and education from a popular perspective, from the struggles and worldviews established by the social movements of the countryside. The recognition of the importance of these behavioral domains ¿ peasants and indigenous ¿ on the one hand, and the new debates about a Marxist perspective for the countryside, on the other, reach the old controversy among professionals in education about the place that popular knowledge should occupy in school. The peasant domains, carriers of forms of work organization pursued by Agroecology, contribute to the advancement of Peasant Agriculture and Popular Agrarian Reform; we have the challenge of thinking about education and the school from this new scenario. For foreign researchers, our rural populations are responsible for pioneering the reprojection of knowledge practices that transform the rural reality, that demonstrate to the country and to the continent that other social metabolisms are viable. The alteration of social metabolisms, as a result of the peasant dispute over the territory, forms a new sociotechnical system since it promotes changes in the capitalist behavioral domains. This reality has required new perspectives on knowledge areas such as Life Sciences, according to the growing need to establish integrated knowledge practices with Social Sciences, Mathematics, Languages and Agrarian Sciences. In this way the teacher education benefits from formative activities guided by socioecological approaches, considering the importance of educating children who can interpret their reality and the social metabolism that organizes the relationship between human beings and nature. This thesis goes through that way, reflecting on the social experiences that construct agroecological pedagogies capable of supporting the socio-environmental transformation that countryside populations do in Brazilen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.citationVAZ PUPO, Marcelo. Por uma ciência popular da vida: educação do campo, agroecologia e tradição biocultural. 2018. 1 recurso online (286 p.). Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Física Gleb Wataghin, Campinas, SP.pt_BR
dc.description.degreelevelDoutoradopt_BR
dc.description.degreedisciplineEnsino de Ciencias e Matematicapt_BR
dc.description.degreenameDoutor em Ensino de Ciências e Matemáticapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameCompiani, Mauriciopt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameFreitas, Luiz Carlos dept_BR
dc.contributor.committeepersonalnameBarbosa, Lia Pinheiropt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameSilveira, Pedro Castelo Brancopt_BR
dc.date.available2018-11-01T18:51:48Z-
dc.date.accessioned2018-11-01T18:51:48Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-11-01T18:51:48Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Pupo_MarceloDeAlbuquerqueVaz_D.pdf: 1346729 bytes, checksum: a172631090712607ea4e85f8a1dedb24 (MD5) Previous issue date: 2018en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/332677-
dc.description.sponsorCAPESpt_BR
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