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dc.contributor.CRUESPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASpt_BR
dc.descriptionOrientador: Luciana de Lione Melopt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Enfermagempt_BR
dc.format.extent1 recurso online (84 p.) : il., digital, arquivo PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.relation.requiresRequisitos do sistema: Software para leitura de arquivo em PDFpt_BR
dc.typeDISSERTAÇÃO DIGITALpt_BR
dc.titleO sentido do cuidado à criança hospitalizada : vivências de profissionais de enfermagempt_BR
dc.title.alternativeThe sense of care to hospitalized children : nursing professional experiencespt_BR
dc.contributor.authorGiacomello, Karina Jorgino, 1985-pt_BR
dc.contributor.advisorMelo, Luciana de Lione, 1973-pt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Campinas. Faculdade de Enfermagempt_BR
dc.contributor.nameofprogramPrograma de Pós-Graduação em Enfermagempt_BR
dc.subjectEnfermagem pediátricapt_BR
dc.subjectCuidados de enfermagempt_BR
dc.subjectCriança hospitalizadapt_BR
dc.subjectPesquisa qualitativapt_BR
dc.subject.otherlanguagePediatric nursingen
dc.subject.otherlanguageNursing careen
dc.subject.otherlanguageChild, Hospitalizeden
dc.subject.otherlanguageQualitative researchen
dc.description.abstractResumo: O cuidado sempre esteve presente na história do ser humano como forma de garantir sua sobrevivência. Para a enfermagem, ele ocorre mediante uma situação entre uma pessoa que o fornece e outra que o recebe, de forma a promover bem-estar, segurança e conforto, com o intuito de minimizar riscos e vulnerabilidades. O cuidado voltado à criança variou da total negligência até considerá-la como sujeito de direitos. As primeiras internações infantis mantinham as crianças em isolamento para prevenir a transmissão de infecções. A compreensão da família, como fundamental, e do isolamento, como fator de risco para a criança, surgiu na década de 1960. No Brasil, somente em 1990, com a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente, as crianças passaram a ter o direito legal de serem acompanhadas por um responsável durante a hospitalização. Atualmente, é preconizado que o cuidado seja centrado na criança e na família, com base na assistência integral e humanizada. Contudo, vários estudos evidenciam uma realidade bastante diferente. Considerando, portanto, essa divergência entre o preconizado e a prática, este estudo teve o objetivo de compreender o sentido do cuidado à criança hospitalizada para os profissionais de enfermagem de uma unidade pediátrica. Trata-se de um estudo fenomenológico, fundamentado na fenomenologia existencial de Martin Heidegger, realizado com dez profissionais de enfermagem que atuam na unidade de internação pediátrica de um hospital de ensino, público, localizado no interior do estado de São Paulo. Os profissionais foram entrevistados a partir da questão norteadora: "O que é cuidado à criança hospitalizada para você? Conte-me, em detalhes, sua experiência em cuidar da criança hospitalizada". O sentido do cuidado à criança hospitalizada se dá entre o mundo da ocupação e as diversas formas de pre-ocupação. Na maioria das vezes, os profissionais permanecem envolvidos no a-gente, sendo guiados, principalmente, pelo falatório, decaídos enquanto seres-no-mundo. Portanto, a condição de ser-no-mundo, enquanto profissional de enfermagem que cuida da criança hospitalizada, é existir como ente e como ser, na maioria das vezes, em usabilidade, subsistindo, mas com trincas que possibilitam o emergir da utilizabilidade. Ocupando-se/preocupando-se nos modos de ser da cotidianidade, tendendo a impropriedade, em busca da mediania e do nivelamento de todas as possibilidades de ser, em fechadura, mas também em abertura quando extrapola a tranquilização e o ficar preso em si mesmo para atingir, ainda que por instantes, a empatia, o respeito e a indulgência. É necessário que a filosofia do cuidado à criança hospitalizada seja repensada, tanto na academia, como nas unidades de saúde, para que possamos, de fato, oferecer um cuidado autênticopt
dc.description.abstractAbstract: Care has always been present in the history of man as a way to ensure their survival. For nursing, care occurs through a situation between a person who provides and another that receives it in order to promote wellness, safety, comfort in order to minimize risks and vulnerabilities. Care devoted to children ranged from total neglect to considering them as a subject of rights. The first children's hospitalizations used to maintain the kids in isolation to prevent the transmission of infections. The awareness of the family as being fundamental and isolation as a risk factor for the child emerged in the 1960s. In Brazil with the enactment of the Statute of the Child and Adolescent (ECA) in 1990, children have been given the legal right to be accompanied by a responsible during hospitalization. Currently it is recommended that care is conducted focusing on the child and the family, based on integral and humanized assistance. However, there are several studies that show a very different reality. Taking into consideration this divergence between what is recommended and what is actually done, the objective of this study was to understand the sense of care to hospitalized children for nursing professionals of a Pediatric Unit. It is a phenomenological study, based on existential phenomenology by Martin Heidegger, conducted with ten nursing professionals who work on a pediatric hospitalization unit of a teaching public hospital, located in the countryside of the State of São Paulo in Brazil. The professionals were interviewed from the guide question: "What is care to a hospitalized child for you? Tell me, in detail, your experience in taking care of a hospitalized child." The sense of care to hospitalized children occurs between the world of the occupation and the various forms of pre-occupation. Most of the time the professionals remain involved in "They" Self and are driven mainly by the gossip, feeling down as beings-in-the-world. Therefore, being-in-the-world while nursing professional who takes care of hospitalized children is to exist as relative and as being, most of the time, in usability, subsisting, but with cracks that allow the emergence of usability. Taking care/caring in the daily lives tending the impropriety in pursuit of mediocrity and leveling of all possibilities to be on lock, but also in opening when extrapolates reassurance and get stuck in yourself to achieve, for a little while, empathy, respect and leniency. It is necessary that. It is necessary that the philosophy of the hospitalized children care is reconsidered, both at school and at the health units so that we can, in fact, offer a genuine careen
dc.publisher[s.n.]pt_BR
dc.date.issued2016pt_BR
dc.identifier.citationGIACOMELLO, Karina Jorgino. O sentido do cuidado à criança hospitalizada: vivências de profissionais de enfermagem. 2016. 1 recurso online (84 p.). Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Enfermagem, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/321252>. Acesso em: 31 ago. 2018.pt_BR
dc.description.degreelevelMestradopt_BR
dc.description.degreedisciplineEnfermagem e Trabalhopt_BR
dc.description.degreenameMestra em Ciências da Saúdept_BR
dc.contributor.committeepersonalnameAnders, Jane Cristinapt_BR
dc.contributor.committeepersonalnameMendes-Castillo, Ana Márcia Chiaradiapt_BR
dc.date.defense2016-08-07T00:00:00Zpt_BR
dc.date.available2018-08-31T12:59:40Z-
dc.date.accessioned2018-08-31T12:59:40Z-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-08-31T12:59:40Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Giacomello_KarinaJorgino_M.pdf: 1306472 bytes, checksum: 993fbeeb3bde389a3d779e5681936c53 (MD5) Previous issue date: 2016en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/321252-
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